segunda-feira, 31 de outubro de 2011


31/10/2011 - 13h56

Desmatamento na Amazônia cai 43% em setembro


O desmatamento na Amazônia caiu 43% em setembro comparado com o mesmo mês do ano passado. Os dados são do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e foram divulgados nesta segunda-feira pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Segundo o sistema Deter, que detecta desmatamento em tempo real usando satélites, a devastação na região amazônica em setembro foi de 254 hectares, contra 448 hectares em 2010.
"É o menor [desmate em] setembro da história", disse a ministra, em alusão ao início da série de dados do Deter, em 2004. "Não tivemos um setembro negro, tivemos um setembro verde."
No acumulado de janeiro a setembro, o Deter viu empate técnico em relação ao mesmo período do ano anterior: 1.835 km2 em 2011 contra 1.862 km2 em 2010, uma queda de 1,5%. Mato Grosso e Rondônia foram os únicos Estados que mostraram uma elevação no período -- no caso matogrossense, de expressivos 72%.
A alta reflete a disparada no período de abril a maio, quando a perspectiva de uma anistia induzida pelo debate do Código Florestal na Câmara dos Deputados, aliada a uma lei de zoneamento benevolente em Mato Grosso, animou o setor produtivo a desflorestar.

Comentário: Essa notícia é muito legal, porque é bom ver, em meio a tantas notícias tristes, que há uma que fala sobre "menor desmate na Amazônia", espero que a porcentagem de desmatamento continue diminuindo. Acho que o ser humano está tendo consciência de suas atitudes, e está melhorando.

Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/999434-desmatamento-na-amazonia-cai-43-em-setembro.shtml

segunda-feira, 24 de outubro de 2011


Edição do dia 24/10/2011
24/10/2011 14h26 - Atualizado em 24/10/2011 14h26

Tecnologia usa bicicletas e pistas de 



dança para produzir energia elétrica


Pedalar e dançar podem ajudar a economizar energia. A tecnologia já está sendo usada no exterior e no Brasil para favorecer o meio ambiente.

Malu Mazza e Elaine BastRio de Janeiro e Nova York

 Arregaçar as mangas, malhar, dançar... Atividade física faz bem para o corpo e para a alma, mas também pode ter outra utilidade: produzir energia elétrica. Esta tecnologia está sendo usada em baladas no exterior e também no Brasil.
Com a pista cheia, mais de sessenta pessoas dançando e pulando geram muita energia. A pista tem nove módulos, cada um deles montado sobre uma mola. Quando as pessoas batem o pé no chão, o piso balança e aciona os geradores de eletricidade, que acendem as luzes. Uma torre de medição mostra quanto é produzido. “Com a pressão e o peso das pessoas, quanto mais empolgadas elas estiverem, mais energia a gente vai gerar aqui”, explica o mestre em ciências ambientais André Amaral.
A tecnologia - que surgiu em uma boate de Amsterdam, na Holanda, e hoje está em várias partes do mundo - produz eletricidade suficiente para garantir a luz e o som da festa. No Brasil, essa pista captou a energia de quem foi ao Rock in Rio. Em sete dias de evento, a pista de dança e um vídeo game que incentivava as pessoas a pedalar produziram seis mil watts – o suficiente para acender 500 lâmpadas fluorescentes ou para manter 50 televisores grandes ligados por uma hora.
O mesmo sistema pode ser usado em corredores de escola, shoppings e terminais de ônibus de grande movimento. “Em alguns países já estão fazendo isso, usando essa energia desperdiçada pelo movimento das pessoas diariamente”, afirma André.
No Rio de Janeiro, uma bicicleta ergométrica com dupla função é usada com esse objetivo. Além de emagrecer e deixar as pernas fortes, o aparelho produz energia. Isso porque ela tem um gerador de eletricidade embutido. Uma luz piscando mostra a energia que está sendo gerada. E por causa disso, a bicicleta também funciona como um carregador de celular. “O tempo que a bateria levaria para carregar na sua casa é o mesmo tempo”, garante o especialista.
Nos Estados Unidos uma academia de ginástica também retira dos aparelhos boa parte da energia que consome, aproveitando as aulas na bicicleta para diminuir a conta de luz.
Assim como no Rio de Janeiro, as bicicletas foram especialmente adaptadas para transformar toda a energia dos alunos em eletricidade. Cada hora de aula significa uma economia de três quilowatts, a mesma quantidade de energia gasta por um forno de microondas usado por 60 minutos.
Em um mês, a energia gerada na sala chega a 288 quilowatts. Não é o suficiente para zerar a conta de luz, mas já dá uma boa ajuda. O equipamento que transforma as pedaladas em eletricidade fica no pé da bicicleta. A cada uma delas um aparelhinho monitora as calorias queimadas e a quantidade de energia criada pelo aluno. "Isso é muito encorajador para os alunos e para mim também. É motivador para todos nós, especialmente nos tempos em que vivemos. Leva a nossa aula de ginástica para um nível diferente", relata o instrutor Rick Meadows.
Na Universidade Tecnológica do Paraná, uma bicicleta parecida é assunto de aula. O professor de engenharia eletrotécnica Ednilson Maciel montou o equipamento com materiais que iam para o lixo. Com ela, uma pessoa pedalando pode iluminar uma casa pequena. O Brasil consome 36 mil gigawatts de eletricidade por hora – 70% vêm das usinas hidrelétricas e só 1% é gerado pelos ventos. A contribuição da energia solar é praticamente zero.
Para o professor, é fundamental ampliar o uso de todas as fontes alternativas de energia. Ele defende principalmente um novo conceito: as usinas virtuais. “Usina virtual é aquela que não existe, mas que vem da minha economia, da sua economia. Nós gastamos menos, com isso nós produzimos um potencial que é o mesmo e atende mais pessoas”, explica.
Comentário: Essa notícia é muito legal, porque é bom ver que foram atrás de formas alternativas de produzir energia elétrica. Além disso, essa é muito mais que beneficente, porque além de produzir energia, ajuda o planeta e é produzida de uma forma divertida. Enquanto a pessoa malha, além de praticar exercício, ela beneficia o corpo dela e ainda produz energia, ou enquanto dança, além de se divertir, ela também produz energia. Achei muito legal, e espero que essa "técnica" se espalhe mais pelo mundo.
Link da Notícia: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/10/tecnologia-usa-biciletas-e-pistas-de-danca-para-produzir-energia-eletrica.html

terça-feira, 18 de outubro de 2011

17/10/2011 - 12h47

Município austríaco diminui 95% das suas emissões de CO2


Güssing, na Áustria, mudou a sua história nos últimos anos. Antes desconhecida e com problemas de desemprego e imigrantes e fuga de jovens para outras localidades europeias, esse município com 4.000 habitantes passou a ser referência em energia verde na Europa.
A cidade se tornou a única da União Europeia a reduzir, desde 1995, mais de 95% de suas emissões de CO2 (dióxido de carbono).
Os benefícios não são apenas ambientais. Güssing passou a receber 30 mil turistas por ano e também criou novos campos de emprego de alta qualificação, além de atrair investidores. Detalhe: ela está na região de Burgenland, uma das mais pobres da Áustria.
Efe
Madeira utilizada como fonte principal para geração de eletricidade e biocombustível em Güssing, na Áustria
Madeira utilizada como fonte principal para geração de eletricidade e biocombustível em Güssing, na Áustria

Comentário: Essa notícia, além de legal, é muito motivadora. É interessante ver que uma cidade europeia conseguiu reduzir toda essa quantidade de emissão de CO2, acho que todas as cidades devem seguir este exemplo. E além de beneficiar o meio ambiente, essa conquista beneficiou muitas pessoas, pois foram criados mais empregos. Todos nós devemos seguir este exemplo e cuidar mais do planeta, mesmo que sejam atitudes pequenas, no futuro, elas nos trarão grandes benefícios.


Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/991867-municipio-austriaco-diminui-95-das-suas-emissoes-de-co2.shtml

sábado, 15 de outubro de 2011


12/10/2011 - 09h54
DO "NEW YORK TIMES"

Ações humanas podem provocar terremotos, diz pesquisador


The New York TimesNão são somente as forças da Natureza que provocam terremotos. Há mais de meio século que projetos de engenharia vêm provocando terremotos, e a ocorrência é muito mais comum do que se pensa. A afirmação é do professor e pesquisador do Observatório Terrestre Lamont-Doherty, de Nova York, Leonardo Seeber.
Alguns dos sismos geraram catástrofes como o ocorrido em 1967, que estava associado à construção da represa de Koyna, na Índia, comenta Seeber. "Sem dúvida, este e muitos outros terremotos foram desencadeados pela ação humana."
Kimimasa Mayama/Efe
Estrada danificada por sismo no Japão, neste ano; terremoto pode ser provocado pela ação humana na Natureza
Estrada danificada por sismo no Japão, neste ano; terremoto pode ser provocado pela ação humana na Natureza
O pesquisador lembra que normalmente não é fácil diferenciá-los dos desastres naturais. "Os representantes das empresas responsáveis geralmente se recusam a admitir a responsabilidade e dificultam a obtenção de dados que comprovem essa influência'', afirma.
Até um pequeno aumento de pressão pode levar à ruptura de uma falha geológica, diz Seeber, e os seres humanos tendem a causar esse aumento de duas formas: alterando a pressão sobre a crosta, geralmente com a construção de lagos artificiais, que tornam a pressão maior, e com a exploração de pedreiras e campos petrolíferos, que a diminuem.
Seeber diz que é improvável que o processo de fratura hidráulica, que usa um grande volume de água, areia e substancias químicas para liberar gás natural de rochas compactas, desencadeie terremotos.

Comentário: Além do aquecimento global e da extinção, parece que os humanos estão causando terremotos também. Como diz na notícia, a exploração de pedreiras e campos petrolíferos, criações de lagos artificiais e etc, estão tendo como consequência possíveis terremotos. A ganância do ser humano esquenta a terra além do normal, faz sumir espécies de animais, e como se não bastasse, ainda destrói o que o próprio animal, que se diz racional, constrói. Acho que já está na hora de terem consciência de que a Terra é só uma, e que quando terminarem de destruir ela, não haverá outra para substituir.

Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/989463-acoes-humanas-podem-provocar-terremotos-diz-pesquisador.shtml

domingo, 9 de outubro de 2011


05/10/2011 - 17h18

Animais estão encolhendo devido à mudança climática


Os efeitos da ação humana sobre o ambiente, que provoca a mudança climática, são conhecidos. Entre eles, pode-se citar o degelo acelerado no Ártico e a intensificação das chuvas e dos incêndios. Agora, cientistas analisam como os animais estão sendo afetados.
Um estudo recente, publicado na edição on-line "The American Naturalist", indica que as altas temperaturas podem fazer com que determinadas espécies "encolham". A consequência imediata é que a reprodução é comprometida, com menos crias nascendo, e uma provável alteração de toda a cadeia alimentar.
Essa relação entre o tamanho e as alterações na temperatura, já comprovada anteriormente, mas nunca explicada totalmente, afeta somente os animais de sangue frio --como insetos, crustáceos, peixes, anfíbios e répteis--, que dependem de fontes externas de aquecimento como a luz do sol para se manterem aquecidos.
A pesquisa foi feita com 34 tipos de crustáceos copépodes, pelo doutorando Jack Forster, da Universidade de Londres. Segundo ele, as criaturas diminuíram uma média de 2,5% para cada um grau Celsius elevado.
Forster diz que esse fenômeno mudaria a cadeia alimentar em duas frentes. Menores, os animais de sangue frio passariam a comer outras espécies.
Por sua vez, quem está acima deles na cadeia alimentar teria que gastar mais tempo procurando comida para obter a quantidade suficiente.
Ou seja, a codependência entre as espécies seria mudada e levaria um tempo para se adaptarem.

Comentário: É uma notícia muito ruim, os animais estão diminuindo devido as nossas atitudes inconscientes que geram o aquecimento global e etc. Essas mudanças climáticas prejudicam o crescimento dos animais, e faz com que os mesmos encolham, e assim, os filhos desses animais, consequentemente nascem menores, e aí prejudica todo o resto da cadeia alimentar, fazendo com que os outros animais tenham que ir em busca de outras presas pra poder se alimentar. Veja só como uma atitude errada em relação ao meio ambiente pode afetar tantas espécies. Todos devem se conscientizar.

Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/986084-animais-estao-encolhendo-devido-a-mudanca-climatica.shtml