quarta-feira, 27 de julho de 2011

25/07/2011 - 08h02

Designer argentina transforma lixo em roupas descoladas

DA BBC BRASIL

Um projeto colaborativo entre uma designer argentina e uma fotógrafa americana resultou em fotos artísticas de roupas feitas de lixo, em uma tentativa de buscar uma "abordagem criativa" para o uso de resíduos.
Aidana Baldassarre trabalha com materiais descartados, transformando embalagens PET, câmaras de bicicletas e plástico em roupas. Tecidos que fábricas jogavam fora também eram reaproveitados.
Caitlin Margaret Kelly
Designer argentina cria roupas a partir de materiais como câmaras de ar de bicicleta (acima); veja galeria de fotos
Designer argentina cria roupas a partir de materiais como câmaras de ar de bicicleta (acima); veja galeria de fotos
Em um desfile de suas roupas inusitadas, há cerca de um ano e meio, em Buenos Aires, Baldassarre conheceu a fotógrafa Caitlin Margaret Kelly, que se interessou pela abordagem.
Daí nasceu o projeto Avantgarb(age), uma brincadeira com a palavra "garbage" (lixo em inglês).
A dupla lançou um livro com as fotos e agora planeja reeditá-lo em papel reciclável.
"Quero mostrar como é possível transformar as coisas e que tudo tem algo de beleza", disse Baldassarre à BBC Brasil.
Ela e Kelly ressaltam que escolheram "pessoas comuns", e não modelos, para vestir as roupas.
"Em primeiro lugar, (o objetivo) é promover um corpo saudável com uma paixão que os conecta com o âmago do projeto", escreveu Kelly.

Comentário: Esta notícia é muito legal, pois é bom ver há alguém que também se preocupa com o lixo que é produzido pela sociedade, pois essa forma, de criar roupas a partir de lixo, diminui a quantidade do mesmo. Além disso, quem sabe agora, muitas pessoas que não têm condições de adquirir roupas, possam obtê-las através dessa nova maneira de se fazer roupas.
Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/949249-designer-argentina-transforma-lixo-em-roupas-descoladas.shtml

segunda-feira, 18 de julho de 2011

18/07/2011 - 18h58

Odebrecht é multada em R$ 100 mil por assoreamento de rio em Santos

FELIPE CARUSO
DE SANTOS

A construtora Odebrecht foi multada em R$ 100 mil nesta segunda-feira pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Santos (litoral de São Paulo) por causa de um acidente nas obras de construção de um terminal do porto no final de semana.
No sábado, segundo a secretaria, parte do aterro das obras de construção de uma ponte do terminal da Embraport (Empresa Brasileira de Terminais Portuários), que só deve começar a operar em dois anos, rompeu-se.
Com o acidente, cerca de 5.000 metros cúbicos de material foram despejados e assorearam um trecho do rio Sandi, próximo à ilha Diana, na área continental do município.
Intimados pela Prefeitura de Santos, representantes da empresa se reuniram nesta segunda com o secretário de Meio Ambiente, Fábio Nunes, e prometeram entregar um plano de recuperação da área degradada até o final deste mês.
De acordo com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o material depositado no rio já começou a ser retirado pela empresa. Por razões de segurança, durante o trabalho de desassoreamento, parte do rio foi interditada para a navegação e só deve ser liberada parcialmente na quarta-feira.
O rio Sandi, conhecido como rio Furado nesse trecho, é um dos braços do rio Jurubatuba e usado para pesca pela comunidade da ilha Diana.

Comentário: É uma notícia interessante, pois essa atitude de multar a empresa responsável pelo despejamento de materiais em um rio da região é correta. Assim, o dono da empresa, se conscientizará, porque está saindo dinheiro do bolso dele por esse acontecimento, e consequentemente, não fará mais isso, pois ele não quer pagar multas o tempo todo. Acho que essas multas, deveriam se espalhar por aí, quem sabe assim, não diminui a quantidade de resíduos que são descartados incorretamente.

Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/945382-odebrecht-e-multada-em-r-100-mil-por-assoreamento-de-rio-em-santos.shtml

domingo, 10 de julho de 2011

10/07/2011 - 03h50

Austrália fixa imposto de US$ 23 por tonelada de emissão de CO2

DA EFE

A primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, anunciou neste domingo um imposto de US$ 23 dólares por emissão de uma tonelada de dióxido de carbono a partir do dia 1º de julho de 2012.
Cerca de 500 empresas, consideradas as maiores poluentes da Austrália, terão que enfrentar este imposto proposto pelo Executivo, que já conseguiu os votos necessários para que seja aprovado pelo Parlamento australiano.
"Como nação precisamos pôr um preço ao carbono e criar um futuro com energias limpas", disse Julia em entrevista coletiva em Canberra.
Com esta medida se pretende "reduzir em 160 milhões de toneladas a emissão de gases poluentes até o ano de 2020.
"Isto equivale a tirar cerca de 45 milhões de carros das estradas", explicou Julia.
O imposto aumentará em 2,5% em termos reais até julho de 2015, quando entrar em vigor na Austrália um esquema de troca de emissões no qual o mercado regulará os preços.
O imposto não afetará ao combustível destinado para o consumo pessoal ou as pequenas empresas, mas o transporte pesado que usa diesel pagará o preço das emissões de dióxido de carbono a partir de 2014, transcorrida uma moratória de dois anos.
"O governo gastará cerca de US$ 9,884 bilhões nos próximos três anos provenientes dos fundos deste imposto para gerar "incentivos econômicos para os maiores poluentes para reduzir as emissões dos gases de efeitos estufa", disse Julia.
A primeira-ministra explicou que parte do dinheiro proveniente do imposto às emissões de dióxido de carbono será destinada à criação de emprego e a promover os investimentos em energias limpas, assim como em programas que contribuirão para diminuir a mudança climática.

Comentário: Achei interessante essa ideia de pagar imposto por tonelada de CO2 que é emitida pelas grandes empresas, talvez assim, eles se conscientizem, e diminuam a quantidade de emissão, já que agora, será pago, e além disso, o legal é que parte desse dinheiro será destinado para a criação de empregos e a promoção de investimentos em energias limpas, o único problema, é que essa nova "regra" começa a valer muito tarde, só em 2012, e até lá, muitas toneladas serão emitidas. Além disso, acho que não essa nova "regra" deveria se espalhar pelo mundo, e não permanecer só na Austrália.

Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/941502-australia-fixa-imposto-de-us-23-por-tonelada-de-emissao-de-co2.shtml

quinta-feira, 7 de julho de 2011

03/07/2011 - 18h33

Material reciclado decora biblioteca infantil no Equador; veja

DA EFE

Do lixo à estante, esta é a ideia por trás da primeira biblioteca para crianças no Equador, na qual o uso de materiais reaproveitados mostra uma nova forma de fazer arquitetura, explicaram os responsáveis.
Cercas, poltronas, caixas de plástico e de madeira se transformam em móveis e objetos de decorações para este espaço exclusivo para crianças, aberto em um parque em Quito.
O arquiteto espanhol Santiago Cirugeda, participante do projeto, disse que se trata de dar "ordem ao lixo", pois foram utilizados materiais usados, que produzem uma menos perda de energia que um produto reciclável, já que não precisam de nenhuma transformação industrial, simplesmente de uma função diferente.
Este arquiteto, junto ao grupo espanhol Makea, os equatorianos Bonde Zero e À Beira, assim como 20 voluntários, manipulam uma infinidade de elementos para preparar o espaço para as crianças.


Comentário: É uma notícia muito legal, porque é bom ver que o lixo está sendo aproveitado, e o melhor, é que foi aproveitado para a construção de uma biblioteca para crianças, ou seja, há um duplo benefício, um para o meio ambiente, pois diminui a quantidade de lixo inutilizado e aumenta o nível de cultura das crianças do Equador, pois as mesmas agora, possuem uma biblioteca voltada para elas, e isso é muito legal. Além disso, podemos ver, que há muitos envolvidos com o projeto, é muito bom ver todos juntos focados em algo que vá beneficiar o meio ambiente!