sábado, 30 de abril de 2011

28/04/2011 - 14h21

Avião movido a energia solar tentará seu 1º voo internacional

DA FRANCE PRESSE

A equipe do avião experimental Impulso Solar HB-SIA vai executar o primeiro voo internacional na próxima semana. A decolagem será da Suíça com destino ao aeroporto de Bruxelas, na Bélgica, informaram os coordenadores do projeto.
O Solar Impulse entrou para a história da aeronáutica em julho de 2010, depois que realizou um voo inaugural de 24 horas sem interrupção, usando apenas os painéis solares e suas baterias.
O protótipo vai partir na data de 2 de maio se as condições meteorológicas permitirem.


Denis Balibouse/Reuters
A primeira viagem internacional do protótipo será no trajeto entre Suíça e Bélgica


Comentário: É uma notícia muito legal de ser dada, pois é legal ver que a tecnologia atual também está sendo utilizada para o benefício do meio ambiente, pois um avião movido a energia solar, não emite gases poluentes que prejudiquem a Terra. O único problema, é que depende muito das condições meteorológicas, mas em breve, talvez não vá ser preciso depender tanto.

Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/908460-aviao-movido-a-energia-solar-tentara-seu-1-voo-internacional.shtml

domingo, 24 de abril de 2011

18/04/2011 - 15h48

Tubarões, raias e peixes podem sumir em poucos anos, diz estudo


DA ASSOCIATED PRESS

Um novo estudo afirma que 40 espécies marinhas que vivem no Mediterrâneo podem desaparecer dentro de poucos anos. Na lista dos que correm risco de extinção, devido à pesca irregular, poluição e perda de habitat, estão o tubarão e a raia e mais 12 tipos de peixes ósseos como atum-azul, robalo, pescada e garoupa.
O relatório é assinado pela organização suíça IUCN (International Union for Conservation of Nature), que reúne ambientalistas de mil grupos espalhados em 160 países.
 
Japoneses respondem por 80% do consumo mundial do atum-azul pescado no Mediterrâneo e no Atlântico Leste
Japoneses respondem por 80% do consumo mundial do atum-azul pescado no Mediterrâneo e no Atlântico Leste
 

"As populações do atum-azul no Mediterrâneo e no Atlântico Leste são uma preocupação em especial", diz o coordenado Kent Carpenter, da IUCN.
Segundo ele, a capacidade de reprodução do atum-azul diminuiu ao longo das últimas quatro décadas de pesca intensiva por barcos japoneses.
O Japão responde por 80% do consumo de peixes das duas regiões. O atum-azul, além de ser muito apreciado no preparo de sushi, é comercializado por preços elevados. Um com 342 kg já foi negociado por US$ 396 mil no mercado de Tsukiji, o maior leilão de peixes do país.
A pesca no Mediterrâneo é regulada por tratados das Nações Unidas, a União Europeia e leis individuais assinadas com 21 nações.
Em novembro de 2010, a Comissão Internacional de Conservação de Atum do Atlântico votou pela redução anual de 4% da pesca --de 13.500 toneladas métricas para 12.900.
Os ambientalistas, contudo, afirmam que a medida não é suficiente e defendem a suspensão total da pesca.

Comentário: É uma notícia muito triste, não é nada legal saber que saber que 40 espécies marinhas que vivem no Mediterrâneo podem desaparecer em poucos anos. E como de costume, é um problema causado pelo homem, pela pesca inadequada e pela poluição. E os ambientalistas estão corretos, também acho que deve ser suspendida as atividades de pesca no local, pelo menos por um tempo, pelo menos até o ciclo de vida ser reestabelecido, se é que da para ser reestabelecido, pois, como diz na notícia, a pesca intensiva no local diminuiu a capacidade de reprodução do atum-azul. Será que ainda há chances de mudar essa situação?

Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/904237-tubaroes-raias-e-peixes-podem-sumir-em-poucos-anos-diz-estudo.shtml

domingo, 17 de abril de 2011

15/04/2011 - 20h40

Poluição já afeta 60% dos ambientes selvagens da Europa, diz estudo

Uma pesquisa da Universidade de York, no Reino Unido, mostra que a vida selvagem europeia não tem para onde correr diante da poluição. Formas reativas do elemento nitrogênio já afetam 60% das áreas selvagens do continente.
Emissões vindas de carros, fábricas e da agricultura estão afetando a vegetação de campinas naturais, florestas e outros ambientes, informa a rede britânica BBC.
O primeiro efeito dessas formas de nitrogênio é deixar o solo mais ácido do que o normal. O outro, paradoxalmente, é tornar o solo fértil -- fértil demais.
Ocorre que, quando o solo é artificialmente fertilizado dessa maneira, quem mais se beneficia são espécies-praga, em geral gramíneas e arbustos, que sufocam as outras plantas e diminuem a biodiversidade natural.

Comentário: Essa é uma entre as outras notícias tristes desse blog, a poluição já afetou mais da metade dos ambientes selvagens europeus, quando todos vão se dar conta? Como diz ali na notícia, as emissões são originadas de carros, fábricas. E tudo isso está afetando as florestas e os outros ambientes, além disso, diz também, que o nitrogênio torna o solo fértil demais, e isso faz com que pragas, como arbustos e gramíneas cresçam com facilidade, e mate as outras plantinhas que nascem ali no local, e assim, a biodiversidade delas, diminui. Agora, talvez não haja mais o que fazer, mas nem sempre é tarde demais pra começar a se preocupar com o mundo em que vivemos.

Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/903459-poluicao-ja-afeta-60-dos-ambientes-selvagens-da-europa-diz-estudo.shtml

domingo, 10 de abril de 2011

publicado em 05/04/2011 às 08h57:
Buraco na camada de ozônio atinge nível recorde sobre o Ártico

Perda foi de 40% devido a substâncias nocivas na atmosfera e baixas temperaturas
Getty Images



















A Organização Meteorológica Mundial (OMM) anunciou que a destruição da camada de ozônio sobre o Ártico (polo Norte) atingiu um recorde de 40% desde o início do inverno no hemisfério Norte (verão no Brasil) e o fim de março, em consequência da persistência de substâncias nocivas na atmosfera e das baixas temperaturas.
- As observações efetuadas do solo com um balão-sonda acima do Ártico, assim como as feitas por satélite, revelam que a camada de ozônio registrou uma redução de quase 40% nesta região entre o começo do inverno e o fim do mês de março. O recorde anterior em termos de destruição do ozônio era uma perda de aproximadamente 30% em todo um inverno.
A camada de ozônio protege a Terra dos raios ultravioletas do Sol que são prejudiciais à saúde.


Comentário: É triste saber que o buraco na camada de ozônio atingiu um recorde, e o pior, é que como diz na própria notícia, isso foi consequência da persistências das substâncias que prejudiciais a camada, logo, conclui-se que a culpa é nossa mesmo. A camada de ozônio protege a Terra, ou seja, nós mesmos, e se continuar assim, vamos ser muito prejudicados.

terça-feira, 5 de abril de 2011

01/04/2011 - 12h36

Censo nas ilhas Canárias resulta na descoberta de 20 espécies


Um censo para catalogar a biodiversidade nas ilhas Canárias, na Espanha, levou à descoberta de 20 novas espécies, anunciou em Madri nesta sexta-feira a organização internacional Oceana, que se dedica à proteção e conservação dos oceanos.

Além das formas de vida inéditas --esponjas do mar, corais, ostras gigantes, peixes exóticos e arraias dadas como extintas, entre outras--, 500 espécies foram identificadas durante a expedição com duração de dois meses, realizada em 2009.



Carlos Minguell/Oceana
Peixes "Thalassoma pavo"; censo da biodiversidade das ilhas Canárias catalogou 500 espécies; veja fotos

Para proteger essa rica variedade, a Oceana também apresentou em Madri um documento com 42 medidas de proteção aos 74.000 quilômetros quadrados que formam as reservas marinhas existentes nas ilhas Canárias.

Hoje, apenas 0,15% do bioma marinho está protegido, mas pelo estudo proposto pela organização de preservação, esse número poderia subir para 15%.

Um programa de proteção, a Red Natura 2000, está em vigor na região, mas a Comissão Europeia já indicou que ele é insuficiente para assegurar a existência das espécies, visto que a exploração pesqueira, a aquicultura e a infraestrutura costeira as colocam em risco.

Comentário: Esta é uma notícia muito legal, pois a descoberta de novas espécies é sempre uma novidade boa. É interessante, ver que há pessoas preocupadas com o meio ambiente, temos que torcer pra que essas novas espécies descobertas, não sejam extintas tão cedo. Mas há também uma parte ruim nesta notícia, que é a porcentagem do bioma marinho que está protegida, tendo em vista, que na notícia diz que poderia ser muito maior, mas não é, devido a exploração pesqueira, aquicultura e etc.

Link da Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/896998-censo-nas-ilhas-canarias-resulta-na-descoberta-de-20-especies.shtml